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I – Lacres de Segurança: dos cilindros marcados em argila ao controle por software 1.4 – Sexta Geração: Controle Rastreabilidade 1.4.1 – Os DIVs (Dispositivos de Identificação de Violação) de Sexta Geração
O controle e rastreabilidade das várias etapas da vida econômica moderna tornou-se uma necessidade com a qual a humanidade convive a diário, tais como: • Controle da origem e qualidade dos alimentos que consumimos; A necessidade de selagem e seu controle, que antes tinha sido de interesse de alguns poucos indivíduos, passa a ter dimensão nacional e posteriormente global. A ELC, analisando essa necessidade do mercado, concluiu que faltava um controle mais eficiente na rastreabilidade dos DIVs–Dispositivos de Identificação de Violação, a moderna designação que engloba lacres, envelopes e malotes de segurança. Como solução, a ELC desenvolveu e registrou direito autoral A ELC Produtos de Segurança, analisando as necessidades do mercado de lacração, detectou a falta de um controle mais eficiente na rastreabilidade dos DIVs (Dispositivos de Identificação de Violação), seja ele um lacre (vide nosso item Evolução do Lacre), seja malote ou envelope de segurança. Como solução, a ELC desenvolveu e registrou direito autoral sobre um software via web denominado ELO DE SEGURANÇA® ou LACRE VIRTUAL. Trata-se de um sistema destinado a rastrear toda a trajetória de um DIV, com base em sua numeração/codificação, aplicável em todas as empresas que precisam disciplinar seus procedimentos de selagem de diferentes objetos. O rastreamento dos DIVs foi exaustivamente estudado pelo US Department of Defense (DoD) e pelo Department of Homeland Security (DHS) juntamente com o Los Alamos National Laboratory, através de sua equipe Vulnerability Assessment Team (VAT), os quais chegaram a algumas importantes conclusões: 1 – “Para que seja reconhecido o caráter de segurança a uma selagem, ela deve obedecer a normas ou procedimentos relativos à aquisição, armazenamento, distribuição, aplicação, registro, inspeção, treinamento e descarte dos lacres, o chamado “PROTOCOLO DE SELAGEM” (“Security Seals Protocol”). O não-cumprimento das normas relativas a qualquer daquelas etapas comprometerá o nível de segurança dos lacres escolhidos”. 2 – “Os lacres são parte de um programa/procedimento de segurança e não devem ser considerados, por si, a única linha de defesa”. Como parte de seu trabalho, a equipe do Los Alamos analisou 213 diferentes lacres em pormenor, alguns do Governo norte-americano e outros de fabricação privada. Estes lacres tinham preços e características que variavam de baixo custo e tecnologia até lacres de alto custo, reutilizáveis e de alta tecnologia, como lacres RFID ativos. Entre outros resultados, foi verificado que, ao se adicionar US$1,00 ao custo de um lacre mais elaborado, o tempo necessário para sua violação só aumentava em 2 segundos. O custo unitário médio de uma potencial violação viria acrescer em US$0,27 quando agregarmos o custo unitário de US$1,00 a cada lacre. Ou seja, as características de alta tecnologia passam a ser apenas uma distração ou ainda uma falha onerosa em observar alguns itens críticos de vulnerabilidade do sistema de selagem. Por isso é mais importante e econômico incorporar os custos implícitos no “Protocolo de Selagem” do que gravar os custos unitários com a tecnologia dos lacres mais elaborados. A Norma ISO 17712, emitida pela International Organization for Standardization, veio complementar o trabalho do DoD e DHS, ao assinalar,em seu Anexo A, que nas várias etapas da vida de um DIV, desde a sua aquisição até sua remoção e descarte, existem diversas possibilidades de brechas na segurança. Apesar de que a Norma referida foi imaginada para a selagem de contêineres, os princípios ali focalizados também se aplicam a DIVs usados em outras lacrações. Em resumo, o “Protocolo de Selagem”envolve:
QUALIFICAÇÃO DO FORNECEDOR Aquisição de DIVs Armazenamento dos DIVs Controle e Distribuição Aplicação dos DIVs Registro da numeração/codificação Inspeção dos DIVs Remoção dos DIVs - Interpretação dos dados verificados Descarte dos DIVs Treinamento
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I – Selos de Segurança: dos cilindros marcados em argila ao controle por software