1.5.3 – Envelopes oxi-biodegradáveis
A última evolução na feitura de envelopes de segurança nascida, ainda, de preocupações ecológicas, foi a do envelope oxi-biodegradável.
Uma indesejada durabilidade, estimada em centenas de anos, dos envelopes e sacos plásticos, dos quais o mundo consome um milhão de toneladas por minuto, transforma esses materiais no resíduo que mais polui cidades, campos e oceanos.
A solução foi sugerida recentemente pela empresa inglesa Symphony, através da tecnologia do plástico oxi-biodegradável, pela qual um aditivo é injetado no plástico quando ainda em estado de fusão, com o que, após algum tempo (programável, variando de 60 dias a 6 anos), a cadeia molecular do plástico se quebra, resultando em água e pequenas quantidades de dióxido de carbono e biomassa, não nocivas ao meio ambiente.
É provável que essa nova tecnologia venha a ser um "turning point" na evolução do consumo de plástico. Quem não estiver preparado para a mudança vai ter dificuldades para manter seu negócio, por não poder atender às necessidades de seus clientes e dos reclamos ambientais.
Já há notícias de multas pesadas aplicadas, no Brasil, a estabelecimentos que não estão consumindo aqui sacos plásticos oxi-biodegradáveis, ao contrário de suas congêneres dos mesmos grupos em outros países.
A ELC, antecipando-se a essa nova tendência, passou a fabricar para vários clientes envelopes de segurança oxi-biodegradáveis, tendo registrado uma reação positiva acima das expectativas.
Devidamente autorizada pelos detentores dessa tecnologia, esses produtos da ELC levam a marca de degrabilidade - D2W.
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