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Índice do Artigo
I – Lacres de Segurança: dos cilindros marcados em argila ao controle por software
1.1 –Definições. Lacre x Cadeado. Sistema de segurança e eficácia da selagem
1.2 - Visão Histórica
1.3 - Evolução dos lacres de segurança
1.4 - Sexta Geração: Controle Rastreabilidade - Item 1.4.1
1.4 - Sexta Geração: Controle Rastreabilidade - Item 1.4.2
1.5 – Evolução das Embalagens
1.5 – Evolução das Embalagens - Item 1.5.1
1.5 – Evolução das Embalagens - Item 1.5.2
1.5 – Evolução das Embalagens - Item 1.5.3
1.5 – Evolução das Embalagens - Item 1.5.4
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I – Lacres de Segurança: dos cilindros marcados em argila ao controle por software

1.5 – Evolução das Embalagens

A evolução registrada no setor dos lacres de segurança teve consequência na modernização das embalagens de segurança representadas por malotes e envelopes, destinados à guarda e transporte de documentos e valores.
Durante séculos os melhores malotes eram do tipo cofre, fechados a cadeado e chave, tal como na ilustração ao lado.

 

Na época das diligências e com o aceleramento das relações comerciais surgiu o malote de couro, fechado com correia, fivela e cadeado, uma fórmula que durante séculos parecia destinada a continuar. Entretanto os fabricantes de lacres plásticos de segurança na segunda metade do século 20 perceberam que os lacres desenvolvidos poderiam ter aplicação imediata na maior segurança de envelopes e malotes.
Essa percepção provinha do nível de segurança que naquela época esses produtos conseguiam atingir e que deixava a desejar. De um lado, os envelopes fechados com “hot-melt” e, mais tarde, com fita “void”, podiam ser abertos acidentalmente em face de temperaturas extremas ou também fraudulentamente mediante aplicação de “spray” congelante.
Por outro lado, o malote – cofre e depois os malotes de couro fechados com cadeado e ainda os malotes com zíper estavam longe de barrar ou pelo menos detectar as violações.